Compromisso real com quem faz a cultura pulsar, com a dignidade nas quebradas, inclusão e saúde para todos.
O samba, o carnaval e as manifestações populares são a alma de São Paulo, mas quem faz essa engrenagem girar o ano inteiro — compositores, ritmistas, baianas, intérpretes, passistas e trabalhadores de barracão — muitas vezes sofre com a invisibilidade e a falta de amparo econômico.
Garantia de repasses contínuos, desburocratização de editais e valorização das escolas de samba e blocos de rua como patrimônio cultural vivo.
Criação de redes de apoio e incentivo financeiro para a ala de compositores e artistas independentes da periferia.
Inclusão de verdade não é favor, é direito. A periferia precisa ser protagonista do seu próprio desenvolvimento, com infraestrutura digna, incentivo à economia local, cultura nas praças e oportunidades reais para a juventude.
Expansão de polos de tecnologia, capacitação profissional gratuita e internet livre nos bairros periféricos.
Revitalização de quadras, praças e espaços públicos para fortalecer o hip-hop, o slam, o skate e o esporte de base.
A saúde da nossa gente não pode esperar. Precisamos fortalecer a rede básica de atendimento nos bairros, zerar filas de exames, investir na saúde mental da juventude periférica e garantir um SUS forte, humanizado e eficiente.
Ampliação do horário de atendimento nos postos de saúde e melhoria na distribuição de medicamentos essenciais.
Implementação de programas de apoio psicológico acessíveis nas comunidades e escolas, olhando de frente para o bem-estar emocional do povo.